Lady Gaga foi processada por sua antiga assistente
pessoal e amiga com a qual dividia a mesma casa, Jennifer O'Neill.
Ela alegava não ter recebido o pagamento de horas-extras por algumas
semanas em 2009 e durante 13 meses desde fevereiro de 2010, mas retirou
as acusações antes do julgamento.
O caso estava agendado para ser ouvido no dia 4 de
novembro, mas uma ordem judicial encerrou o processo nesta segunda-feira
(21), três dias depois que os advogados notificaram o Juiz Distrital
Paul G. Gardephe que estavam resolvendo a situação.
No seu processo, O'Neill - que afirmou estar disponível
para Gaga 24 horas, todos os dias - disse que ela era obrigada a dormir
na mesma cama que sua famosa empregadora, já que ela nunca tinha seu
próprio quarto de hotel, e que Gaga insistia em ter ela perto por
''razões aleatórias e espontâneas no meio da noite''. Ela também disse
que não recebia intervalos ou refeições enquanto trabalhou com a
estrela.
Em um depoimento gravado no ano passado, Gaga xingou sua
ex-assistente a chamando de pilantra e disse que ela não merecia
receber horas-extras.
Ela disse: ''você não tem um horário. Você não tem um
horário e por isso você não vai bater cartão na entrada e ficar na sua
mesa por quatro horas e depois bater o cartão na saída, no fim do dia.
Quando eu precisar de você, você precisa estar disponível''.
Ela acrescentou: ''pilantra que está me processando
pelo dinheiro que ela não ganhou. Ela acha que é a rainha do universo.
E, quer saber, ela não quis ser uma escrava, porque no que eu faço e
quem eu sou, eu sou a rainha do universo todos os dias. Ela sabia que
não tinha hora-extra, e eu nunca paguei hora-extra da primeira vez que
eu a contratei, então porque eu deveria pagar hora-extra na segunda
vez?''
Jennifer, 41 anos, entrou com o processo pela falta de
pagamento das horas-extras na corte federal de Manhattan em dezembro,
contra a empresa Mermaide Touring, de Lady Gaga.
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